Portal ReperCUT News https://portalrepercutnews.com.br O portal de Notíias da Classe Trabalhadora Sun, 21 Jun 2026 18:33:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://portalrepercutnews.com.br/wp-content/uploads/2026/06/cropped-logo5-ico-1-32x32.webp Portal ReperCUT News https://portalrepercutnews.com.br 32 32 Convenções da OIT sobre igualdade e combate à violência avançam na Câmara https://portalrepercutnews.com.br/convencoes-da-oit-sobre-igualdade-e-combate-a-violencia-avancam-na-camara/ https://portalrepercutnews.com.br/convencoes-da-oit-sobre-igualdade-e-combate-a-violencia-avancam-na-camara/#respond Sun, 21 Jun 2026 18:31:36 +0000 https://portalrepercutnews.com.br/?p=159 Deputados aprovam tramitação acelerada para tratados internacionais que tratam da proteção contra violência e assédio no trabalho e da igualdade de oportunidades para pessoas com responsabilidades familiares

A Câmara dos Deputados deu um novo passo na análise de duas importantes convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) voltadas à promoção da igualdade e à proteção dos direitos de trabalhadores e trabalhadoras. Em sessão realizada neste mês, os parlamentares aprovaram os requerimentos que permitem a tramitação mais rápida das mensagens presidenciais referentes às Convenções nº 156 e nº 190 da OIT, encaminhadas pelo governo federal ao Congresso Nacional.

Com a decisão, as propostas deixam de seguir o rito ordinário nas comissões e passam a poder ser apreciadas diretamente pelo Plenário da Câmara, acelerando um processo que vinha sendo acompanhado por organizações sindicais, movimentos sociais e entidades de defesa dos direitos humanos.

As duas convenções tratam de temas distintos, mas complementares: a eliminação da violência e do assédio no mundo do trabalho e a promoção da igualdade de oportunidades para trabalhadores e trabalhadoras que acumulam responsabilidades familiares.

O que muda com a aprovação da urgência

A aprovação dos requerimentos não significa que as convenções foram ratificadas pelo Brasil. A medida apenas altera a forma de tramitação das matérias, permitindo que avancem com mais rapidez na Câmara dos Deputados.

Após a apreciação pelo Plenário da Câmara, os textos serão convertidos em Projetos de Decreto Legislativo (PDLs). Em seguida, precisarão ser analisados pelo Senado Federal. Somente depois da aprovação pelas duas Casas do Congresso e da conclusão dos procedimentos formais de ratificação junto à OIT é que os tratados passarão a integrar oficialmente o ordenamento jurídico brasileiro.

O avanço é considerado relevante porque recoloca as duas convenções na agenda legislativa após um período marcado por debates, audiências públicas e dificuldades para a conclusão da análise parlamentar.

Convenção 190: combate à violência e ao assédio no trabalho

Adotada pela OIT em 2019 durante a 108ª Conferência Internacional do Trabalho, a Convenção nº 190 é considerada um marco internacional por ser o primeiro tratado a reconhecer formalmente o direito de todas as pessoas a um ambiente de trabalho livre de violência e assédio.

O texto estabelece que governos, empregadores e organizações de trabalhadores devem adotar medidas para prevenir, combater e reparar situações de violência e assédio nas relações laborais.

A abrangência da norma vai além do espaço físico de trabalho. A convenção alcança situações ocorridas durante deslocamentos, atividades relacionadas ao emprego, treinamentos, eventos profissionais e também comunicações realizadas por meios digitais.

O instrumento contempla diferentes formas de violência, incluindo assédio moral, assédio sexual, intimidações, ameaças e agressões físicas ou psicológicas. Também dedica atenção especial à violência baseada em gênero, reconhecendo que mulheres estão mais expostas a determinadas formas de discriminação e violência no mercado de trabalho.

Tramitação da Convenção 190 no Brasil

O governo federal encaminhou a proposta de ratificação ao Congresso Nacional em março de 2023 por meio da Mensagem nº 86/2023.

A matéria foi distribuída para análise de cinco comissões da Câmara dos Deputados. São elas:

Relações Exteriores e de Defesa Nacional;
Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial;
Defesa dos Direitos da Mulher;
Trabalho;
Constituição e Justiça e de Cidadania.
Ao longo dos últimos anos, a proposta foi objeto de audiências públicas e debates promovidos por parlamentares, representantes do governo, centrais sindicais e entidades da sociedade civil.

Apesar do apoio de organizações que atuam na defesa dos direitos humanos e dos direitos das mulheres, a tramitação enfrentou resistências dentro do Congresso, o que contribuiu para a lentidão do processo.

Mesmo sem ter sido ratificada pelo Brasil, a Convenção 190 já vem sendo utilizada como referência em decisões da Justiça do Trabalho. Estudos apontam crescimento expressivo das citações ao tratado em julgamentos relacionados a assédio e violência no ambiente laboral.

Atualmente ela ainda se contra em análise na Comissão Relações Exteriores e de Defesa Nacional, presidida pelo deputado de extrema direita, Felipe Barros, do PL de Roraima.

Convenção 156: igualdade para quem tem responsabilidades familiares

A segunda matéria que teve a tramitação acelerada é a Convenção nº 156 da OIT, aprovada internacionalmente em 1981.

O tratado trata da igualdade de oportunidades e de tratamento para trabalhadores e trabalhadoras com responsabilidades familiares, reconhecendo que o cuidado com filhos, idosos, pessoas com deficiência ou dependentes não pode servir de justificativa para discriminação no emprego.

O objetivo é garantir que essas responsabilidades não prejudiquem o acesso ao trabalho, a permanência no emprego, a formação profissional ou as possibilidades de progressão na carreira.

Embora o texto se aplique a homens e mulheres, a convenção tem forte impacto sobre a realidade feminina, uma vez que as tarefas de cuidado continuam sendo desempenhadas de forma desigual na sociedade.

A norma também incentiva a adoção de políticas públicas que permitam conciliar trabalho e responsabilidades familiares, contribuindo para reduzir desigualdades históricas no mercado de trabalho.

Histórico da Convenção 156

A Convenção 156 foi adotada pela Conferência Internacional do Trabalho em 23 de junho de 1981 e entrou em vigor internacionalmente em agosto de 1983.

No Brasil, o texto foi encaminhado ao Congresso Nacional pelo Poder Executivo em 2023 por meio da Mensagem nº 85/2023.

Desde então, a proposta passou pelas etapas iniciais de análise parlamentar e permaneceu aguardando avanço legislativo. A aprovação do requerimento de urgência representa uma mudança importante nesse cenário, ao permitir que o tema seja apreciado diretamente pelo Plenário da Câmara.

Assim como ocorre com a Convenção 190, a proposta ainda precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional antes da ratificação definitiva. Tramita atualmente na Câmara dos Deputados sob o regime de urgência, portanto, pronta para ser votada pelo Plenário da Câmara. Após a votação, o texto ainda precisará ser analisado e aprovado pelo Senado Federal antes de ser ratificado.

Próximos passos

Com a aprovação da urgência, as duas convenções entram em uma nova fase de tramitação.

O próximo passo será a votação dos textos pelo Plenário da Câmara dos Deputados. Caso sejam aprovados, as matérias serão transforadas em Projetos de Decreto Legislativo e encaminhadas ao Senado Federal.

Se receberem o aval das duas Casas legislativas, os tratados poderão ser ratificados pelo Estado brasileiro junto à OIT, tornando-se compromissos internacionais formalmente assumidos pelo país.

A partir daí, caberá ao poder público implementar medidas, regulamentações e mecanismos de fiscalização capazes de assegurar a efetividade dos princípios previstos nas convenções.

Para entidades sindicais e organizações que acompanham o tema, o avanço das duas propostas representa a possibilidade de fortalecer instrumentos voltados à promoção da igualdade, ao combate à discriminação e à construção de ambientes de trabalho livres de violência e assédio

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Flávio José, o São João e a cultura nordestina https://portalrepercutnews.com.br/flavio-jose-o-sao-joao-e-a-cultura-nordestina/ https://portalrepercutnews.com.br/flavio-jose-o-sao-joao-e-a-cultura-nordestina/#respond Sun, 21 Jun 2026 17:10:11 +0000 https://portalrepercutnews.com.br/?p=151
A polêmica envolvendo a desistência de Flávio José de se apresentar na Bahia durante os festejos juninos de 2026 está longe de ser uma simples discussão sobre cachês. O episódio revelou uma ferida antiga e ainda aberta: a dificuldade de reconhecer, valorizar e proteger a cultura nordestina até mesmo dentro do seu próprio território.

Antes, porém, é preciso afirmar que o Ministério Público, os Tribunais de Contas e os demais órgãos de fiscalização cumprem uma função indispensável na defesa do patrimônio público. Eles são essenciais. Em um país marcado por desperdícios, desvios e gastos incompatíveis com a realidade financeira de muitos municípios, a fiscalização rigorosa e independente é necessária e merece reconhecimento.

O problema surge quando uma análise exclusivamente quantitativa e financeira ignora aspectos culturais que não cabem em planilhas, gráficos ou algoritmos de popularidade.



Segundo o Ministério Público da Bahia, até onde pudemos constatar, o cachê de Flávio José teria passado de R$ 250 mil para R$ 350 mil em relação ao ano anterior, justificando recomendações para a revisão contratual. Sob a ótica administrativa, o argumento pode parecer razoável. Mas a questão que se impõe é outra: quem define o valor de um patrimônio cultural?

Flávio José não é apenas mais um artista disponível no mercado de entretenimento. Ele representa uma tradição musical que ajudou a construir a identidade cultural do Nordeste. Sua trajetória está ligada à herança de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro, Pedro Sertanejo e tantos outros mestres que transformaram o forró em um dos mais importantes símbolos da cultura brasileira. Alguém pode negar a importância de Targino Gondim para a cidade de Mucugê, na Chapada Diamantina, na Bahia?

Quando uma prefeitura contrata um artista dessa natureza para o São João, não está apenas comprando um show. Está investindo na preservação de uma memória coletiva, de uma linguagem musical, de uma tradição que atravessa gerações. É exatamente nesse ponto que o debate ganha relevância.



Nos últimos anos, os festejos juninos passaram por uma profunda transformação. Em muitos municípios, a programação deixou de ser organizada prioritariamente em torno da cultura junina para se tornar uma disputa por atrações nacionais. O resultado é que artistas passaram a ocupar espaços centrais em festas originalmente concebidas para celebrar a cultura do forró.

Não se trata de defender a exclusividade cultural nem de propor qualquer espécie de isolamento artístico. O Brasil é diverso, e a convivência entre diferentes expressões musicais é saudável. O que nos causa estranheza é a inversão de prioridades.

Quando um artista identificado com a essência do São João é questionado por seu cachê, enquanto atrações sem qualquer vínculo histórico com a festa recebem valores milionários, surge inevitavelmente a sensação de que algo está fora de lugar. Algo está fora da ordem.

A pergunta é simples: qual é o projeto cultural que está sendo financiado com recursos públicos?



A situação torna-se ainda mais emblemática quando observamos a relação entre o Nordeste e o restante do país.

Os nordestinos consomem música sertaneja. Os nordestinos consomem pop. Os nordestinos consomem funk. Os nordestinos consomem praticamente todas as manifestações culturais produzidas no Brasil. O Nordeste sempre foi uma região aberta ao intercâmbio cultural. Afinal, o forró é para todos.

Mas onde estão os espaços equivalentes para os artistas da tradição nordestina fora da região?

Quantas festas tradicionais do Sul e do Sudeste contratam regularmente os grandes nomes do forró pé de serra como atrações principais? Quantos municípios dessas regiões destinam recursos significativos para preservar a cultura musical nordestina?

Luiz Gonzaga, Elba Ramalho e Dominguinhos os ícones do forró nas festas juninas

Quantos artistas da dimensão de Flávio José, Alcymar Monteiro, Jorge de Altinho, Flávio Leandro, Irá Caldeira, Petrúcio Amorim ou Santana recebem, fora do Nordeste, o mesmo reconhecimento que artistas de outros gêneros recebem dentro dele?

Exemplifiquemos. Alguém em sã consciência questiona o cachê de Bell Marques, de Ivete Sangalo ou de outras grandes atrações do Carnaval de Salvador? O Carnaval tem sua importância econômica, cultural e turística reconhecida por todos. O São João, guardadas as proporções e especificidades, também tem uma enorme relevância para a Bahia. Não se trata de comparar uma festa com a outra, mas de compreender que determinados investimentos possuem dimensões que vão muito além de uma análise puramente numérica.

Quando se estabelece previamente que um cachê deveria ser de R$ 250 mil ou R$ 350 mil, está-se, de certa forma, falando em nome do mercado, do artista e do contratante, desconsiderando que poderiam existir inúmeras outras variáveis envolvidas: agenda concorrida, demanda, capacidade de atração de público, repercussão econômica e turística, entre outras. Pensamos que nós, enquanto órgãos de fiscalização, podemos muito. Mas podemos tudo?

As respostas são desconfortáveis.

Além disso, existe uma evidente assimetria cultural. O Nordeste abre suas portas para o Brasil inteiro, mas nem sempre encontra a mesma reciprocidade quando busca projetar seus próprios artistas e suas próprias tradições.
Por isso, a reação de Flávio José encontrou eco em tantos setores da sociedade nordestina. Não porque todos concordem com o valor de seu cachê, nem porque alguém defenda a ausência de fiscalização, mas porque muitos enxergaram no episódio um símbolo de algo maior: a sensação permanente de que a cultura nordestina precisa justificar sua importância até mesmo quando celebra sua principal festa popular.

O debate, portanto, não deve ser reduzido a uma disputa entre artistas e órgãos de controle externo. A verdadeira discussão é sobre qual São João queremos construir.



Queremos uma festa que seja apenas um grande evento de entretenimento, organizado segundo as regras do mercado e da audiência? Ou queremos uma celebração que, além de gerar turismo e movimentar a economia, cumpra também o papel de preservar uma das mais ricas tradições culturais do Brasil?

Fiscalizar é necessário. Combater abusos é obrigatório. Proteger os cofres públicos é um dever do Estado.
Recordemos um episódio ocorrido há alguns anos, quando o Estado patrocinou uma regata internacional vinda da França. Foram gastos milhares de reais, e houve quem questionasse a despesa. Na época, um argumento foi preponderante: “Quanto custa projetar a Bahia na França?”. Foi com essa lógica que o evento foi defendido e, ao final, o Tribunal acolheu a justificativa apresentada.

Mas voltando ao mote deste artigo: preservar a cultura também é essencial.

E, quando falamos de São João, preservar a cultura significa garantir que os herdeiros de Luiz Gonzaga não sejam tratados como figurantes em uma festa que ajudaram a construir.

A canção “Junho no Coração”, amplamente difundida em vídeos nas redes sociais e cuja composição é atribuída a Tárcio Vinícius, celebra o mês de junho como um tempo de memória afetiva, pertencimento e identidade nordestina. A canção faz referências ao ambiente das festas juninas, às fogueiras, ao forró, às tradições familiares e aos sentimentos de saudade e alegria que o São João desperta. Com um tom ao mesmo tempo nostálgico e festivo, valoriza a cultura popular do Nordeste e afirma: “São João nunca foi só uma festa; é memória, é saudade, é tradição. É o Nordeste mostrando sua alma.” Precisaríamos dizer mais?

A Bahia, a Paraíba, Pernambuco, o Ceará e todo o Nordeste possuem uma responsabilidade histórica com sua própria memória cultural. O desafio é encontrar um equilíbrio entre a responsabilidade fiscal e a valorização das tradições populares.

Porque, no final das contas, a questão não é apenas quanto custa um show de Flávio José. A questão é quanto vale a cultura nordestina.

Fonte: Josias Gomes

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“Marco histórico para o estado”, diz Jerônimo Rodrigues ao autorizar início das obras em terra da Ponte Salvador–Itaparica https://portalrepercutnews.com.br/marco-historico-para-o-estado-diz-jeronimo-rodrigues-ao-autorizar-inicio-das-obras-em-terra-da-ponte-salvador-itaparica/ https://portalrepercutnews.com.br/marco-historico-para-o-estado-diz-jeronimo-rodrigues-ao-autorizar-inicio-das-obras-em-terra-da-ponte-salvador-itaparica/#respond Sat, 20 Jun 2026 00:00:59 +0000 https://portalrepercutnews.com.br/?p=124 A Ponte Salvador–Itaparica, maior obra de infraestrutura em execução na Bahia, entrou em uma nova fase nesta segunda-feira (15), com a autorização para as intervenções da etapa onshore (em terra), no município de Vera Cruz. Na Governadoria, em Salvador, Jerônimo Rodrigues assinou, ao lado do vice-governador Geraldo Júnior e dos representantes de empresas chinesas que compõem consórcio, a autorização para o começo das obras para implantação do empreendimento.



"Este é um marco histórico para o nosso estado. Estamos tirando do papel um projeto que vai transformar a realidade socioeconômica da Bahia, gerando emprego, renda e encurtando distâncias para quem precisa se deslocar diariamente", destacou o governador durante ato.



A autorização contempla as intervenções do projeto em Vera Cruz e inclui a Portaria de Autorização de Obras em Área da União, totalizando mais de 35 mil m² de terrenos. Nesse contexto, a implantação da plataforma linear provisória funcionará como uma estrutura estratégica de suporte à logística da construção e à execução das próximas etapas.



De acordo com o superintendente do Patrimônio da União na Bahia (SPU BA), Otávio Freire, esta fase faz parte do conjunto de cessão de condições especiais de toda área da União, “além das áreas de terra que estão em Salvador, Ilha de Itaparica e Vera Cruz nós temos também todo o conjunto do espelho d'água, ou seja, o trajeto da ponte, e está aprovada a cessão deste patrimônio para o Estado da Bahia”, explicou o superintendente.



Segundo o titular da Secretaria Extraordinária do Sistema Viário Oeste (SVPonte), Mateus Dias, o momento representa um avanço relevante: "é uma das últimas autorizações que a gente precisava para o início da fase executiva. Já estamos com tudo pronto para iniciar. A cravação da primeira estaca do primeiro pilar em julho”, afirmou o secretário.



O evento contou com a presença dos prefeitos Igor Pinho, da cidade de Vera Cruz, José Elias das Virgens, de Itaparica e respectivas comitivas que compartilharam o entusiasmo e a alta expectativa para o início das obras. Para as administrações locais, a ponte trará transformações na infraestrutura urbana das cidades, com impactos na mobilidade urbana, no fortalecimento do turismo, na geração de empregos e no desenvolvimento econômico de toda a região.



Estrutura



Com 12,4 quilômetros de extensão sobre a Baía de Todos-os-Santos, a Ponte Salvador–Itaparica será a maior da América Latina. O projeto integra o Sistema Rodoviário Salvador–Itaparica, considerado um dos maiores investimentos em infraestrutura do país, e inclui ainda 4,4 quilômetros de vias estruturadas em Salvador, uma via expressa de 22 quilômetros na Ilha de Itaparica e a duplicação de 8 quilômetros da BA-001, no trecho entre Tairu e a Ponte do Funil.



A expectativa é que a nova ligação impulsione a integração entre a capital, a Ilha de Itaparica, o Baixo Sul e outras regiões do estado, reduzindo drasticamente o tempo de deslocamento e fortalecendo a logística baiana. Com o início das intervenções em terra e da construção da estrutura provisória de apoio, a população passa a acompanhar a fase mais visível da implantação de um dos projetos mais importantes da história recente do país.





Fonte: Secom

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Sejam bem vindos ao Portal ReperCUT News. https://portalrepercutnews.com.br/sejam-bem-vindos-ao-portal-repercut-news/ https://portalrepercutnews.com.br/sejam-bem-vindos-ao-portal-repercut-news/#respond Wed, 17 Jun 2026 12:07:42 +0000 https://portalrepercutnews.com.br/?p=112 Deixe aqui suas dicas e sugestões.



A informação como ferramenta de transformação da vida do trabalhador
No mundo atual, onde as relações de trabalho e os direitos da classe trabalhadora passam por constantes transformações, o acesso à informação de qualidade deixou de ser um simples diferencial para se tornar uma necessidade fundamental. Para o trabalhador brasileiro, estar bem informado significa mais do que saber o que acontece no mundo — é uma questão de sobrevivência, cidadania e capacidade de luta.

Informação é poder e proteção
O trabalhador que tem acesso a informações precisas sobre seus direitos, sobre as mudanças na legislação trabalhista e sobre as pautas que afetam diretamente sua categoria está mais preparado para tomar decisões conscientes . A informação atua como uma ferramenta de proteção contra abusos, contra a desinformação e contra tentativas de enfraquecimento da organização coletiva.

Quando o trabalhador conhece seus direitos, ele não apenas consegue reivindicá-los individualmente, mas também fortalece a luta coletiva de sua categoria. Um trabalhador informado é um trabalhador menos vulnerável a práticas predatórias e mais capacitado para participar ativamente das decisões que afetam sua vida profissional e pessoal.

A comunicação como ponte para a cidadania
A comunicação voltada para o trabalhador cumpre um papel essencial: conectar as pautas do mundo do trabalho com a realidade cotidiana da classe trabalhadora . Isso significa falar sobre salário, emprego e renda, mas também sobre temas que atravessam a vida do trabalhador como saúde, educação, moradia e qualidade de vida.

Programas, portais e veículos de comunicação que priorizam a perspectiva do trabalhador ajudam a construir uma visão mais justa e equilibrada da sociedade, disputando a hegemonia no campo das ideias . Ao dar voz às demandas da classe trabalhadora, esses espaços contribuem para que o trabalhador se veja como sujeito ativo da história, e não como mero espectador das transformações sociais.

A luta contra a “ditadura da comunicação”
Em um país de dimensões continentais como o Brasil, dominado por grandes grupos de comunicação, os veículos voltados ao trabalhador cumprem um papel fundamental de democratização da informação . Eles oferecem uma perspectiva que muitas vezes é invisibilizada pela grande imprensa, garantindo que as pautas do mundo do trabalho tenham visibilidade e espaço no debate público.

A diversidade de temas abordados — desde projetos de economia solidária e agricultura familiar até campanhas contra a violência — mostra que a informação para o trabalhador vai além dos interesses imediatos da categoria e abrange a construção de uma sociedade mais justa como um todo .

Conclusão
A informação de qualidade é, para o trabalhador brasileiro, uma ferramenta indispensável de transformação. Ela empodera, protege, mobiliza e constrói cidadania. Em um cenário de constantes mudanças nas relações de trabalho, estar bem informado não é apenas um direito — é uma necessidade para quem deseja participar ativamente da construção de um futuro mais justo para a classe trabalhadora.

O trabalhador que busca informação está investindo em sua própria emancipação. E, nesse processo, cada notícia lida, cada programa assistido e cada pauta compreendida representam um passo a mais na conquista de direitos e na construção de uma sociedade mais igualitária.

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15 de junho, dia mundial da conscientização da violência contra a pessoa idosa. https://portalrepercutnews.com.br/15-de-junho-dia-mundial-da-conscientizacao-da-violencia-contra-a-pessoa-idosa/ https://portalrepercutnews.com.br/15-de-junho-dia-mundial-da-conscientizacao-da-violencia-contra-a-pessoa-idosa/#respond Wed, 17 Jun 2026 10:13:20 +0000 https://portalrepercutnews.com.br/?p=69 Continue lendo…

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Minas Gerais foi o estado que liderou ações para retirar menores do trabalho infantil https://portalrepercutnews.com.br/minas-gerais-foi-o-estado-que-liderou-acoes-para-retirar-menores-do-trabalho-infantil/ https://portalrepercutnews.com.br/minas-gerais-foi-o-estado-que-liderou-acoes-para-retirar-menores-do-trabalho-infantil/#respond Wed, 17 Jun 2026 09:59:46 +0000 https://portalrepercutnews.com.br/?p=58 Leia matéria na integra…

Minas Gerais lidera as ações de resgate e afastamento de crianças e adolescentes do trabalho infantil no Brasil. Os órgãos competentes atuam por meio de fiscalizações conjuntas e programas de transferência de renda, garantindo a proteção e a reinserção social das vítimas em todo o território mineiro. [1, 2, 3]

As principais estratégias e ações implementadas no estado incluem:

1. Fiscalizações e Operações Especiais

  • Auditoria Fiscal do Trabalho (AFT): O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) conduz operações que inspecionam empresas e setores com alto índice de irregularidades, como a indústria calçadista (polo de Nova Serrana), construção civil e comércio ambulante. [1, 2]
  • Grupo Especial Móvel (GMTI): Equipes multidisciplinares realizam megaoperações de resgate em conjunto com a Polícia Federal e o Ministério Público do Trabalho (MPT). [1]

2. Rede de Proteção Social e Assistência

  • PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil): Coordenado em nível estadual pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese-MG), articula ações de assistência social para retirar menores de 16 anos das ruas e do trabalho perigoso. [1, 2]
  • Acompanhamento Familiar: As famílias das crianças resgatadas são inseridas em programas de transferência de renda e recebem acompanhamento psicossocial para evitar a reincidência. [1]

3. Educação e Aprendizagem

  • Incentivo à Profissionalização Legal: O encaminhamento de adolescentes entre 14 e 16 anos para o Programa Jovem Aprendiz.
  • Campanhas de Conscientização: Iniciativas do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-MG), que reforçam a mensagem de que “lugar de criança é na escola”. [1, 2, 3]

4. Como Denunciar

Qualquer cidadão pode e deve denunciar casos suspeitos de exploração infantil de forma anônima.

  • Disque 100: Central Nacional de Denúncias de Direitos Humanos.
  • MPT: Denúncias também podem ser feitas diretamente pelo portal oficial do Ministério Público do Trabalho. [1, 2]

Para informações e reportagens sobre as operações do Grupo Móvel e os desafios no combate ao trabalho infantil em Minas Gerais:

4:26

Minas Gerais foi o estado que liderou ações para retirar …

Globoplay · 15 de jun. de 2026

Se você quiser, posso detalhar como funciona o processo de denúncia ou te dar mais informações sobre os critérios para a contratação de aprendizes em Minas Gerais. Como prefere prosseguir?

7 sites

  • O trabalho infantil ainda é uma realidade em Minas Gerais …12 de jun. de 2026 — TRABALHO INFANTIL | O trabalho infantil ainda é uma realidade em Minas Gerais. Em 2024, 167.468 crianças e adolescentes estavam em…Instagram·assembleiademinas
  • Megaoperação resgata mais de 100 crianças e adolescentes …1 de out. de 2025 — Megaoperação resgata mais de 100 crianças e adolescentes de trabalho infantil em MG. Irregularidades foram encontradas em 65 de 68…CUT – Central Única dos Trabalhadores
  • Trabalho infantil em MG: estado lidera resgates no Brasil … – G112 de jun. de 2026 — Minas Gerais foi o estado que mais retirou crianças e adolescentes do trabalho infantil por meio de ações fiscais em 2025, segundo…G1
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